63% dos alunos colocados na Universidade do Algarve escolheram-na como primeira opção

82% dos alunos colocados são provenientes do Sul do país

63% dos candidatos colocados na Universidade do Algarve (UAlg) escolheram-na como primeira opção (764 num universo de 1210). Este número supera os registos de 2017, quando 56% dos alunos tinham escolhido a academia algarvia em primeiro lugar. O resultado coloca também a UAlg acima da média nacional de candidatos colocados em primeira opção que, em 2018, se situou nos 55%.

Destas 1210 colocações, 60% têm proveniência numa escola secundária da região do Algarve, com 727 alunos colocados. Ao crescer sete pontos percentuais face ao ano transato (+46 candidatos colocados), a Universidade do Algarve destaca que «continua a ser a primeira escolha para os candidatos algarvios construírem o seu futuro académico».

Em simultâneo, de acordo com a academia algarvia, o recrutamento «cresceu nos distritos do sul do país, sobretudo nos de Lisboa (+3%), de Beja (+9%) e de Setúbal (+16%), que, juntamente com o de Faro, já representam 82% da proveniência dos candidatos colocados».

As escolas secundárias do concelho de Faro já representam 30% dos colocados com proveniência na região do Algarve, seguindo-se Loulé com 15%, Olhão com 11%, Albufeira e Portimão ambas com 10%.

Destes 727 candidatos colocados provenientes do Algarve mais de metade provêm de sete Escolas Secundárias algarvias: E.S. Tomás Cabreira (94) e a E.S. João de Deus (93) ambas em Faro, a E.S. Dr. Francisco Lopes (76) em Olhão, a E.S. de Loulé (73), E.S. de Albufeira (53), E.S. Manuel Teixeira Gomes (45) em Portimão, e a E.S. Dr. Jorge Augusto Correia (40), em Tavira.

Para Paulo Águas, Reitor da UAlg, «o resultado obtido traduz a forte ligação da Universidade à região, reforçando o papel que a instituição tem na qualificação dos jovens algarvios. Não queremos ser uma Universidade regional, sendo prova disso o sucesso que temos vindo a registar no recrutamento de estudantes internacionais, mas assumimos a responsabilidade de sermos a Universidade da Região».

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