Nuno Amorim é o novo administrador executivo da Algar em representação dos Municípios

Nuno Amorim, ex vice-presidente da Câmara Municipal de Lagoa, assumiu ontem novas funções de administrador executivo da empresa Algar – […]

Nuno Amorim, ex vice-presidente da Câmara Municipal de Lagoa, assumiu ontem novas funções de administrador executivo da empresa Algar – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos SA, em representação dos Municípios algarvios.

Nuno Amorim, jurista de formação, tem vasta experiência de questões ligadas aos resíduos sólidos, uma vez que trabalhou vários anos na EMARP – Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão, antes de assumir a vice presidência da Câmara de Lagoa, onde também era responsável pelo pelouro dos Resíduos Sólidos. Amorim saiu da Câmara, por sua vontade, a 2 de Abril passado, como o Sul Informação então noticiou.

Até agora, a AMAL – Comunidade Intermunicipal do Algarve indicava um elemento para o conselho de administração da Algar. Vítor Guerreiro, presidente da Câmara de São Brás de Alportel, é esse elemento, mas como administrador não executivo.

Uma fonte ligada ao processo disse ao Sul Informação que, «porque o serviço prestado pela Algar não estava a ser bom, motivando frequentes queixas dos municípios, em especial devido à falta de capacidade de resposta da empresa no período do Verão, decidiu-se abrir mais um lugar de administrador, a ser ocupado por alguém representante dos municípios, mas também como cargo executivo».

A escolha acabou por recair no ex autarca de Lagoa, cujo nome foi aprovado para indicação à Algar na última reunião da AMAL, que decorreu em Alcoutim, a 15 de Maio.

O Conselho de Administração da Algar SA fica assim composto por um presidente, Luís Masiello, em representação da Empresa Geral de Fomento, detida pelo Grupo Mota-Engil e Urbaser, dois administradores executivos (Telma Robim e Nuno Amorim) e ainda um administrador não-executivo (Vítor Guerreiro).

A Algar é responsável pelo sistema integrado de recolha seletiva, transferência, triagem dos materiais destinados à reciclagem nos 16 concelhos do Algarve, bem como pela gestão dos dois aterros sanitários da região, um situado no Sotavento, na zona do Barranco do Velho, outro no Barlavento, perto de Porto de Lagos, e ainda das respetivas estações de transferência.

O capital da empresa é detido em 56% pela EGF (agora privatizada) e em 44% pelos municípios do Algarve.

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