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Caos denunciado por irlandeses foi «pontual» e ANA Aeroportos «tudo fará» para que não se repita

A situação de «caos» que se viveu na zona de controlo de passaportes do Aeroporto de Faro, no domingo, dia 6 de Maio, denunciada por vários turistas irlandeses nas redes sociais, foi «uma situação pontual que não deve ser generalizada», garantiu ao Sul Informação Alberto Mota Borges, diretor do Aeroporto de Faro.

Contactado pelo nosso jornal, o responsável máximo pela infraestrutura aeroportuária algarvia garantiu que «a ANA Aeroportos de Portugal tudo fará junto do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para que a situação não se repita».

O diretor do Aeroporto explicou que «o problema ocorreu numa altura delimitada», mais precisamente «uma hora e meia», e que um pico de tráfego coincidiu «com um período em que, por motivos operacionais do SEF, se registou uma menor disponibilidade de meios humanos, originando por essa via uma redução de capacidade pontual do controlo de fronteiras».

Caos no controlo de passaportes no Aeroporto de Faro_Foto Brenda Donohoe

«De imediato, as estruturas diretivas do SEF adotaram medidas de aligeiramento do controlo previstas na Convenção de Aplicação dos Acordos de Schengen, o que permitiu no espaço de meia hora, repor a normalidade quer na área das chegadas quer das partidas», garantiu.

Alberto Mota Borges também disse ao Sul Informação que o Aeroporto de Faro «trabalha de forma estreita com o SEF, mantendo boas relações e um bom nível de serviço».

«O planeamento das equipas é feito antecipadamente de forma a fazer face ao número de passageiros estimados e não há razão nenhuma para afirmar que se trata de um problema estrutural», concluiu.

No domingo e na segunda-feira surgiram diversas denúncias nas redes sociais, acompanhados por imagens e vídeos, que davam conta de uma longa espera e de filas com centenas de pessoas, que se apinharam na zona de controlo de passaportes do Aeroporto de Faro.

Nos comentários das imagens, foram feitos relatos de uma total desorganização, com pessoas a passar barreiras de segurança e a atropelar-se umas às outras.

Os turistas também se mostraram indignados com a alegada falta de climatização, que levou a que a temperatura naquele local estivesse muito alta, e por haver grávidas e idosos a passar mal, sem que houvesse informação ou apoio de funcionários da infraestrutura aeroportuária.

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