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Arqueólogo algarvio vai continuar a estudar a evolução dos primeiros humanos modernos em Moçambique

O investigador Nuno Bicho, coordenador do Centro de Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano (ICArEHB) da Universidade do Algarve (UAlg), ganhou um novo financiamento de 20 mil dólares da National Geographic Society para estudar a evolução dos primeiros humanos modernos no Sudoeste de Moçambique.

Este é o quarto financiamento (o segundo para Moçambique) que este arqueólogo recebe da National Geographic Society.

A nova tranche vai permitir que se dê continuidade aos trabalhos de escavação e prospeção arqueológica ao longo do vale do rio Machampane, localizado no distrito de Massingir, província de Gaza.

Os trabalhos serão realizados em colaboração com uma equipa alargada de especialistas da UAlg, várias universidades dos Estados Unidos da América e a Universidade Eduardo Mondlane, de Moçambique.

Esta aposta da National Geographic Society, pela segunda vez, num projeto para Moçambique «reforça a importância que a região tem no âmbito da arqueologia da Idade da Pedra e a evolução do Homo sapiens sapiens na África Austral», segundo a UAlg.

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