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Governo investe 2 milhões de euros em obras na barra e no porto de Tavira

Requalificar e regularizar a dragagem de entrada, junto ao molhe nascente, da barra de Tavira, assim como requalificar a lota desta cidade e dragar a zona de acostagem de barcos, junto à margem do rio Gilão, são alguns dos projetos do Ministério do Mar para Tavira este ano.

No total, 2 milhões de euros serão investidos, segundo revelou José Apolinário, secretário de Estado das Pescas, ao Sul Informação.

Em declarações ao nosso jornal, este membro do Governo explicou que 1 milhão de euros será direcionado para «melhorar a segurança na entrada da barra», ao passo que o outro milhão servirá para as obras na lota, na dragagem da zona de acostagem de barcos e estruturas náuticas, com «ordenamento das embarcações junto ao edifício da Docapesca».

José Apolinário esteve este sábado reunido em Tavira com Jorge Botelho, presidente da Câmara local, para avaliar «o desenvolvimento do projeto». Para já, as obras na barra «estão adjudicadas e estarão concluídas até Setembro», anunciou ainda o secretário de Estado.

Quanto a esta intervenção, que será feita pela empresa Teixeira Duarte, «estão a ser feitos os módulos e já lá está o estaleiro, junto às Quatro Águas».

Já no que diz respeito ao outro projeto, que tem apoio do programa Mar2020 e foi aprovado em Dezembro, «vão ser lançados três concursos, já que são intervenções distintas, e vão-se desenvolver até ao final do ano». Um dos objetivos é também «completar a intervenção na frente ribeirinha que a Câmara fez», esclareceu José Apolinário.

As obras no porto de Tavira são aguardadas há muito, mas não chegaram a avançar. Mesmo agora trata-se apenas de melhoramentos, não do novo porto reclamado pela Câmara local.

A questão de um futuro porto de pesca também foi abordada pelo secretário de Estado José Apolinário, que disse que este é um dos projetos «a médio prazo que estão em cima da mesa». A intervenção insere-se nas tarefas da nova estrutura Portos do Algarve, que junta a Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL), a Docapesca e a Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), e que irá definir quais serão os futuros investimentos.

Estas intervenções são vistas como «prioritárias» pelo Ministério do Mar, mas também «pela Câmara e associações de pescadores», concluiu o secretário de Estado.

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