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Algarve mantém as suas Estrelas Michelin, num ano em que Portugal aumenta 9 estrelas

Chef Hans Neuner from Ocean Restaurant, Algarve, Portugal. Photo- Paulo Barata

Chef Hans Neuner, do Ocean Restaurant.
Foto – Paulo Barata

Ainda não foi este ano que o jovem chef João Oliveira, do “Vista”, no Hotel Bela Vista, da Praia da Rocha, ganhou a sua primeira Estrela Michelin. Mas nem por isso a vida correu mal aos restaurantes algarvios.

A lista dos restaurantes estrelados acaba de ser anunciada em Girona, Espanha, ficando a saber-se que o Algarve mantém os seis restaurantes com uma estrela Michelin que já tinha alcançado no ano passado.

Entretanto, para a globalidade do país, confirma-se a expectativa sobre o aumento de restaurantes galardoados e sobre o acréscimo no número de estrelas de alguns deles.

Assim, no Algarve, mantêm-se dois restaurantes com 2 Estrelas Michelin (o Ocean, do chef Hans Neuner, no Vila Vita, em Alporchinhos, Lagoa, e o Vila Joya, de Dieter Koschina, em Albufeira), bem como outros quatro com 1 Estrela: o Bon Bon, de Rui Silvestre, perto de Carvoeiro (Lagoa), que foi a grande surpresa do ano passado, o Henrique Leis, do chef com o mesmo nome, em Almancil (Loulé), o São Gabriel, de Leonel Pereira, em Almancil (Loulé), e ainda o Willie’s, de Willie Wurger, em Vilamoura (Loulé).

No resto do país, ganhou mais uma estrela, passando a somar duas, o Il Gallo d’Oro, de Benoit Sinthon, no Funchal, e o The Yeatman, de Ricardo Costa, em Vila Nova de Gaia. Mantiveram 2 estrelas o Belcanto de José Avillez (Lisboa), e os algarvios Ocean e Vila Joya.

Entraram nesta exclusiva lista dos melhores restaurantes do mundo, com uma estrela, o Alma, Henrique Sá Pessoa (Lisboa), o Antiqvvm, de Vitor Matos, no Porto, a Casa de Chá da Boa Nova, de Rui Paula, em Leça da Palmeira, o LAB by Sergi Arola, na Penha Longa, o Loco, de Alexandre Silva, em Lisboa, e ainda o William, de Luís Pestana, no Reid’s Hotel do Funchal. Miguel Laffan recuperou a estrela perdida no ano passado, do L’And Vineyards, de Montemor-o-Novo.

Ou seja, em relação ao ano passado, Portugal ganha sete novos restaurantes na exclusiva lista do Guia Michelin e ganha mais duas estrelas para outros tantos restaurantes já antes distinguidos.

No Algarve, o concelho de Loulé continua a ser o que concentra o maior número de restaurantes com estrelas Michelin (3), seguido de Lagoa (2) e de Albufeira (1).

O Guia Michelin foi criado em França em 1900 e desde então afirmou-se como a bíblia de quem gosta de comer muito, muito bem. As suas estrelas, entre uma e três, têm um significado: uma estrela é sinónimo de «um restaurante muito bom na sua categoria»; duas «cozinha excelente, que justifica um desvio»; três, o máximo, «cozinha excecional, que justifica uma viagem».

Embora ninguém saiba muito bem quais são os critérios exatos dos membros do júri, o Guia Michelin diz avaliar «apenas o que está no prato», de acordo com cinco critérios: qualidade dos ingredientes, técnica na preparação e combinação de sabores, criatividade, equilíbrio qualidade/preço e ainda consistência dos padrões.

 

Restaurantes com **

Belcanto / José Avillez, Lisboa
Il Gallo d’Oro / Benoit Sinthon, Funchal (+ uma)
Ocean / Hans Neuner, Alporchinhos (Lagoa)
The Yeatman / Ricardo Costa, Vila Nova de Gaia (+ uma)
Vila Joya / Dieter Koschina, Albufeira

Restaurantes com*
Alma / Henrique Sá Pessoa, Lisboa (novo)
Antiqvvm / Vitor Matos, Porto (novo)
Bon Bon / Rui Silvestre, Carvoeiro
Casa da Calçada / André Silva, Amarante
Casa de Chá da Boa Nova / Rui Paula, Leça da Palmeira (novo)
Eleven / Joachim Koerper, Lisboa
Feitoria / João Rodrigues, Lisboa
Fortaleza do Guincho / Miguel Rocha Vieira, Cascais
Henrique Leis / Henrique Leis, Almancil
LAB by Sergi Arola, Penha Longa (novo)
L’And Vineyards / Miguel Laffan, Montemor-o-Novo (recupera)
Loco / Alexandre Silva, Lisboa(novo)
Pedro Lemos / Pedro Lemos, Porto
São Gabriel /Leonel Pereira, Almancil
William / Luís Pestana, Funchal (novo)
Willie’s / Willie Wurger, Vilamoura

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