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Águas do Algarve investiu no seu laboratório para analisar águas residuais

A empresa Águas do Algarve já está a fazer a colheita e análise das águas residuais produzidas em grande parte das Estações de Tratamento de Água Residual (ETAR) da Região e tem condições para fazer o controlo de qualidade da água de clientes externos. Para integrar no sistema as restantes estações de tratamento e poder monitorizar a captação de água na Barragem de Odelouca, a empresa entrou num processo de acreditação, que está já em fase avançada.

«A auditoria do Instituto Português de Acreditação (IPAC), para acreditação dos ensaios de águas residuais decorreu ao longo do mês Maio, aguardando-se para breve a emissão do certificado de acreditação desta matriz de águas», lê-se no comunicado.

A Águas do Algarve recorda que, até há pouco tempo, o seu laboratório apenas analisava água para consumo humano, enquanto as análises de águas residuais eram «efetuadas em regime de outsourcing, no Laboratório do Instituto Superior Técnico».

Algo que mudou no final de 2011, altura em que a direção da empresa decidiu investir na reorganização interna do Laboratório da Águas do Algarve e na remodelação da Unidade Laboratorial do Sotavento para racionalizar recursos e aumentar o seu leque de serviços.

Com este novo serviço, o Laboratório da Águas do Algarve «é o único no Grupo Águas de Portugal que em simultâneo tem as valências de água e saneamento», segundo uma nota de imprensa enviada às redações pela empresa.

«Os principais objetivos da integração das análises de águas residuais no laboratório da AdA foi a otimização dos recursos técnicos e humanos disponíveis, bem como obter-se uma redução significativa de custos», revelou a empresa.

«No início do corrente ano, o Laboratório da AdA ficou assim responsável pelas análises de controlo operacional das ETAR da zona centro do Algarve. Com o objectivo de integrar também as análises referentes às licenças de descarga de todas as ETAR sistema de saneamento, o Laboratório propôs-se acreditar os métodos analíticos constantes nas referidas licenças, ainda no decorrer de 2012», acrescentou.

«Para além da extensão à matriz de residuais, o Laboratório aumentou o âmbito da acreditação, tendo solicitado extensão para diversos parâmetros em águas superficiais, de modo a dar início à monitorização da qualidade da albufeira de Odelouca e das captações subterrâneas, no âmbito do novo Contrato de Concessão de Odelouca relativos à utilização dos recursos hídricos e das licenças de captação, segundo a Directiva Quadro da Água», explicou a empresa.

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